Illusion Of DeathEntrevistamos a ILLUSION OF DEATH, banda portovelhense de metal/hardcore formada atualmente por Mário Henrique (vocal), João Luiz (guitarra/backing vocal), Thaís Paes (baixo) e Flávio Rodrigues (bateria).

No bate-papo, que contou com MÁRIO Henrique e JOÃO Luiz, entre diversos assuntos, a banda comenta sobre o atual momento da cena em Porto Velho, o lançamento do EP e os planos para o futuro.

A conversa foi conduzida pelo os colaboradores Marlos Irapuan (MI) e Othon Pantoja (OP).

Confira:

MI: Pra começar, já que eu não tenho nenhuma relação próxima com a banda, então posso falar sem xurumelas… achei do caralho o single “O’Five”. Muito foda. Onde foi gravado e produzida? Em Porto Velho mesmo?

JOÃO: Pô, cara… valeu! Então, tudo foi gravado aqui em casa.

OP: Também curti e estou ouvindo nesse momento!

JOÃO: O processo foi bem caseiro e rudimentar. Eu quem produzi. Na raça.

MI: Quantas composições hoje vocês têm?

JOÃO: Atualmente gravadas temos 5. “O’Five” que é o nosso single. E depois lançamos nosso EP com mais 4 músicas e 1 intro. Mas ao todo estamos com umas 8 músicas.

MI: Quase um álbum… quais os planos?

JOÃO: Pois é… estamos com planos de gravar mais um EP em breve. Estamos em fase final de composição e arranjo.

MÁRIO: Ressaltando que antes do EP novo, queremos lançar um clipe.

MI: Opa…

OP: Vocês pensam em gravar um álbum ou preferem ficar no esquema de lançar EPs?

JOÃO: Ah, sim! Tem o lance do clipe também. Nossa idéia é lançar um single + clipe. E aí partir pro EP.

OP: Massa!

MI: Pode dar detalhes do clipe? Onde farão, e qual a idéia?

JOÃO: Cara, segredo. Hahaha

MÁRIO: Hahahaha

MI: Hahaha

JOÃO: Segredo de Estado. Queremos algo foda. Que não perca em nada para as bandas de maior destaque daqui do Brasil, saca?

MÁRIO: Algo que nenhuma banda de Rondônia tenha feito…

MI: Olha só…

MÁRIO: Essa é a real.

JOÃO: Pra mostrar que o Norte tem banda boa sim.

MI: Show de bola!

MI: O nome “Illusion Of Death” veio de onde?

JOÃO: Bom, como eu entrei na banda depois que ela havia sido formada, deixo essa pro Mário responder.

MÁRIO: Hahaha

MI: Hahaha

MÁRIO: Como uma banda de metal precisa de um nome forte. Um nome que seja fácil de falar, então, na época, pensei e fui juntando palavras, tentando achar algo que soasse bem…

MI: Já tem até apelido. “A Illusion vai tocar…”

JOÃO: Ah, sim. O pessoal fala só o “Illusion” mesmo hahaha

MÁRIO: Haha.. na real, no começo nossa pegada de som era mais um death melódico, saca? Esse nome combinava… tem mistério o nome. Mas um nome simples, para uma banda de metal.

OP: Falando nisso, o que foi incluído nas influência de vocês?

JOÃO: Cara! Hahaha. Muita coisa! Vai de Whitechapel até Sepultura.

MI: Carái… nunca ouvi falar nessa Whitechapel. Mas já anotei aqui.

OP: Essa não conheço.

JOÃO: É mais fácil falar a influência por estilo de som, eu acho. A gente gosta muito de death core, thrash metal…

MÁRIO: Job For A Cowboy, Lamb Of God, Hatebreed essas coisas… creio que ultimamente estamos ali no metal/hardcore.

JOÃO: Nessa linha aí…

MÁRIO: Mais modernas.

OP: Seria mais as bandas americanas mais recentes?

MÁRIO: Isso.

OP: Saquei.

JOÃO: Ouça Whitechapel, cara. Você não vai se arrepender.

MI: Vou ouvir.

JOÃO: Se você curte algo mais extremo. Porém com melodia e umas partes cadenciadas.

MI: Sou fã de death também. Mas a banda Death mesmo hahaha

JOÃO: Eu sou louco em Death.

MI: Chuck is god.

JOÃO: Pra mim uma das melhores que já existiu no estilo.

OP: Eu curto mais essa pegada com cadência e melodia mesmo

JOÃO: O Chuck era uma maquina de fazer riffs fodas. E de contratar músicos fodas pra tocar com ele.

MI: Verdade.

MÁRIO: Mas resumindo: acho que estamos ali no metal/hardcore atualmente.

JOÃO: Isso. Isso define bem.

MI: Como é o processo de composição das músicas? Todos se reúnem e compõe, ou cada um leva uma ideia etc.?

JOÃO: Geralmente eu tenho umas ideias de riffs, aí monto uma estrutura e levo pra galera. Vamos fazendo as mudanças e adaptações que julgamos serem necessárias, até a música ficar do jeito que a gente quer. E as letras o Mário quem escreve. Encaixamos os vocais e pimba. Sem firula, sem frescura.

MI: Perfeito.

JOÃO: Ah, lembrando que atualmente estamos cantando em português.

MI: Alguma motivo específico para cantar em português?

JOÃO: Sim, cara. Acho que o público consegue ingerir mais fácil. A mensagem consegue ser transmitida com mais facilidade e rapidez dessa forma. Fica mais “na cara”, saca?

MÁRIO: Na minha opinião, depois que começamos a fazer isso alcançamos um maior público. Tem show que a galera canta junto nossas músicas.

Illusion Of Death, ainda com o antigo baixista. Da esquerda para direita: Flávio Rodrigues (bateria), João Luiz (guitarra), Mário Henrique (vocal) e Pedro Jacob (baixo). (Foto: Facebook Illusion Of Death)
Illusion Of Death, ainda com o antigo baixista. Da esquerda para direita: Flávio Rodrigues (bateria), João Luiz (guitarra), Mário Henrique (vocal) e Pedro Jacob (baixo). (Foto: Facebook Illusion Of Death)

MI: O que fez vocês gostarem de heavy metal?

JOÃO: Minha história com o metal começou quando eu tinha uns 12 anos e ganhei um vale CD de aniversário. Quando fui na loja trocar o vale, vi a capa do “The Bleeding” do Cannibal Corpse, achei do caralho e resolvi pegar… E aí meu, já era, estava doido no som. Depois comecei a ir atrás de mais bandas.

MI: Cacete… 12 anos e já pegando Cannibal Corpse.

JOÃO: Hahahah pois é.

OP: Começou logo por Cannibal Corpse hahahaha

MI: Mas as capas dos álbuns são fodas.

JOÃO: Sim, cara. Ainda mais pra um moleque de 12 anos. Sangue, caveira, imagina…

MI: Os pais devem ter adorado…

MÁRIO: Eu comecei no hardcore new york. Comecei mais levinho hahaha. Mas sempre curti de tudo dentro do metal.

JOÃO: Pois é. Hoje em dia… na verdade, de um tempo pra cá, óbvio que minha cabeça mudou. Ouço de tudo no metal. Por exemplo, agora estou ouvindo Helmet, que é um som meio groove metal, sei lá…

MÁRIO: Cara, estou ouvindo Firewind hahaha

JOÃO: Hahaha

MI: Helmet eu conheço. Firewind já fui muito fã!

OP: Nossa! Firewind é das antigas!

MI: “Beetween Heaven And Hell” acho que foi um dos discos que mais ouvi na vida.

MÁRIO: Acho peso demais na guitarra do Gus G.

OP: Ouvia bastante também.

MI: Gus G é foda pra caralho.

MÁRIO: “Forged By Fire” pra mim é animal.

OP: Essas bandas de outras vertentes do metal de alguma forma agrega ao som de vocês?

JOÃO: Com certeza! Pelo menos pra mim, na hora de compôr algo, influencia demais. Eu acho que o músico tem que ter mente aberta.

MI: Concordo.

OP: Também.

JOÃO: Esse lance de ficar fechado num quadrado é besteira.

MÁRIO: Eu não uso o vocal melódico, mas gosto de ouvir pra ter noção na criação dos vocais e encaixar letras.

MI: Entendo…

MÁRIO: No final, influência nunca é demais. E uma hora ou outra você pode usar.

JOÃO: Com certeza.

MÁRIO: Escutando nosso EP você vai ter uma idéia. Vai encontrar um pouco de tudo hahaha.

MI: Bem… antigamente em Rondônia o número de bandas de metal era enorme. Toda semana surgia uma. Porém, de uns anos pra cá isso mudou, diminuindo absurdamente. Na opinião de vocês, ao que vocês atribuem isso?

JOÃO: Nossa, pergunta difícil essa. Mano, vou falar o que penso. Sou relativamente novo na cena daqui. Cheguei em 2011, e vou te falar. Tem que ser guerreiro pra ter banda aqui. A começar pelo o som. A aparelhagem geralmente é muito ruim.

MI: Isso é verdade!

JOÃO: Parece que as coisas são feitas nas coxas. Sei lá… nosso som sofre demais com isso, visto que nossa afinação é bem baixa. Aí os caras colocam uns amplificadores de 20w com alto-falante de 8 polegadas. Fica foda. Mas às vezes damos sorte e pegamos aparelhagens boas.

OP: É verdade. Quem é leigo acredita que a banda é ruim.

MI: Realmente..

MÁRIO: Isso leva a vários fatores. O primeiro é apoio do poder público. O incentivo perante as bandas autorais. Outra coisa é a divisão e, consequentemente, desunião por partes das bandas.

JOÃO: Sem contar as rixas. A cena já é pequena…

MI: Vocês acham que ainda existe isso?

JOÃO: Vixe. Demais!

MÁRIO: “Não toco com essa banda por que essa banda já tocou com banda pop ou com banda de fulano tal…” e coisas do tipo.

MI: Putz…

OP: Por quê acontece essas rixas entre as bandas? Antigamente havia mais união e cooperação entre elas.

JOÃO: Cara, em um evento desses da vida a galera ficou de pá virada com a gente por que espalharam um boato de que éramos banda cristã. E se fosse, cara? Qual o problema nisso?

OP: Não há o menor problema mesmo.

JOÃO: Pois é. Não somos banda cristã, não temos rótulo nenhum, não fazemos parte de nenhum movimento. Só queremos tocar nosso som.

MÁRIO: …a outra é a falta de profissionalismo. Acabam caindo na mesmice. Nós mesmo já tivemos vários problemas. Mas hoje em dia está sussa. A galera foi vendo que não era aquilo que tais pessoas falavam por aí.

JOÃO: Verdade.

MI: Em quais cidades vocês já se apresentaram?

JOÃO: Porto Velho, Ariquemes, Ji-Paraná, Rio Branco (AC)…

MÁRIO: Antes do João entrar na banda, já tocamos em Cuiabá (MT), na primeira formação. E também rolou aquele no interior do interior.

JOÃO: Ah, sim! Estrada para Nova Califórnia, né?

MÁRIO: Nova Londrina. Hahahaha

JOÃO: Isso. Perto de Ji-Paraná.

MÁRIO: Lembra? Esse show foi insano.

JOÃO: Insano mesmo. Hahaha

OP: Conte-nos mais…

MÁRIO: Nunca imaginei que daria tanta gente num boteco na beira da BR. No meio do nada. O cachê foi o melhor.

MI: Hahahaha

OP: Hahaha

MÁRIO: Tocamos no meio do nada. Nesse show tinha umas 300 pessoas. Bem underground mesmo. O show foi tão insano que a galera quase derrubou o bar.

MI: Puta merda…

JOÃO: Cara, o pedestal do microfone era um cabo de vassoura e a base do pedestal era um tijolo.

MI: Hahahaha!

OP: Hahahaha!

JOÃO: Hahahaha. Mas cara, teve roda o tempo todo. Galera cantando nossas músicas. Foi animal!

Público alucinado no show em Nova Londrina (RO). (Foto: Facebook Illusion Of Death)
Público alucinado no show em Nova Londrina (RO). (Foto: Facebook Illusion Of Death)

JOÃO: Outro lugar que a gente gosta muito de tocar é em Rio Branco (AC).

MI: Lá é show mesmo.

JOÃO: E a cena deles é muito boa também. Sem contar que os equipamentos são de primeira.

OP: Muito boa $$$$

JOÃO: Hahahaha

MI: Hahaha

OP: Eles compram em Cobija.

MÁRIO: Já tivemos convites para tocar em Manaus (AM) e São Paulo. Mas a falta de grana e apoio nos atrapalhou.

MI: Isso é foda.

OP: Que pena.

MÁRIO: Mas esse ano vamos nos programar melhor. Já que atualmente a banda é composta por 4 pessoas. Isso facilita a logística.

MI: Já tentaram crowdfunding?

JOÃO: Não, cara. Crowdfunding é massa, já havia pensado nisso, mas acho que precisamos divulgar mais o nosso som para conseguir algo.

MÁRIO: Verdade. Precisamos mais.

Alex Camargo, do Krisiun, usando a camisa da Illusion Of Death. (Foto: Facebook Illusion Of Death)
Alex Camargo, do Krisiun, usando a camisa da Illusion Of Death. (Foto: Facebook Illusion Of Death)

MI: A divulgação hoje é via redes sociais basicamente, correto?

JOÃO: Isso. É mais fácil e barato de atingir o público.

MÁRIO: Rola divulgação meio que sem querer querendo. Por exemplo, sempre em shows trocamos camisas. Como time de futebol. Aí rola a divulgação… por exemplo, a galera do Krisiun usa nossas camisas. Project 46, Blackning, Worst – banda do Fernando ex-Korzus. Até os caras da Versalle usam. Então isso ajuda, e muito.

OP: Isso é muito legal.

MÁRIO: Pô, o cara do Krisiun não tira mais a camisa. Nem o Igor da Versalle. Hoje mesmo tive um contato de um produtor de São Paulo que gravou Worst, Hutt, Desalmado querendo produzir um som nosso graças ao contato da galera de São Paulo, saca? Isso de alguma forma ajuda.

MI: Falando nisso, vocês tem uma área de merchandising na fanpage do Facebook. Como a galera pode adquirir os produtos? Aliás, separa uma camisa G pra mim lá.

JOÃO: Pode deixar.

MI: Usar pra ir na balada.

OP: Hahahaha

MÁRIO: Podem entrar em contato diretamente pela a fanpage que atendemos bem rápido. Uma nova leva de produtos estão chegando também.

Produtos da Illusion Of Death. (Foto: Facebook Illusion Of Death)
Produtos da Illusion Of Death. (Foto: Facebook Illusion Of Death)

MI: E como surgiu a Illusion Of Death?

JOÃO: Mário, responde essa por que já peguei o bonde andando…

MI: Já chegou sentando na janela.

MÁRIO: Hahaha.

JOÃO: Mais ou menos isso. Hahaha.

MÁRIO: Não, não. O João foi o cara que mais fez pela a banda. Toda produção, tanto sonora, quanto visual. Ele trabalhou totalmente.

MI: A arte da camisa foi você também, João?

JOÃO: Isso. Todo material de divulgação sou eu quem faço.

MI: Parabéns. Curti pra cacete.

JOÃO: Pô, valeu! Acredito que não adianta só ter som. Tem que ter uma produção legal também. Um merchandising bacana.

MI: Claro…

MÁRIO: Banda não é só palco. E fora dele que você consegue o real público.

OP: Precisamos ter profissionalismo, quem sabe outras bandas sigam essa também e parem com tretas entre si.

JOÃO: Seria animal se isso rolasse.

MI: Verdade.

JOÃO: A cena unida por um propósito maior.

MI: Novamente, anos atrás não era assim… o negócio funcionava melhor. Que pena que esteja desse jeito hoje. Não sabia que estava nesse nível.

MÁRIO: Mas está melhorando. A gente está colando com uma galera legal. Que está movimentando a cena e isso tem nos ajudado muito.

JOÃO: Eu acho que aos poucos a galera está se tocando que isso não leva pra lugar algum.

MI: Que bom! Mas como surgiu a banda, Mário!? Hahaha

MÁRIO: Então… a Illusion Of Death foi criada na metade de 2012 com ex-membros das bandas NEC, PHC e Hellscream. No início a idéia era mandar um death melódico na linha do In Flames, All The Gates, Arch Enemy, até passando por Kreator. Aí depois começamos a ver que o negócio estava andando e começamos a compôr e tocar em Festivais.

E no decorrer do tempo tivemos algumas perdas e ganhos, que foi o caso do João, que entrou pra somar e dar um up.

Pela a banda passou o Rubens Barata que se encontra no Carniçaria, o Lennon que voltou com a Hellscream, o Júnior que está na Erro 57, e o último a sair foi o Jacob, que era nosso baixista, que nos ajudou pra caramba. E recentemente tivemos a entrada da Thaís assumindo o baixo. Isso mesmo. Uma mulher.

MI: Isso é muito legal.

OP: Pegando o gancho, como vocês vêem a participação feminina na cena? Tanto como público, como membros de bandas? Aumentou nos últimos anos?

JOÃO: Cara, quando rola umas roda eu vejo umas mina se quebrando lá no meio. Acho muito louco. A mulherada tem ido em peso nos eventos.

OP: Hahaha

MI: Hahahaha

JOÃO: Esse negócio de que heavy metal é só pra homem já era faz muito tempo.

MI: Com certeza.

OP: Ainda bem hahaha

JOÃO: Hahaha

MI: Rola alguma critica ao som que a banda faz? Se sim, como vocês lidam com isso?

JOÃO: Como tinha dito antes, rola sim. Mas não ao som propriamente dito e sim a rótulos. Pessoal tem mania de rotular demais. A gente lida da melhor forma possível, ignorando as críticas imbecis e acatando as críticas nos acrescentam algo.

MI: Possuem projetos paralelos ou se dedicam 100% a Illusion?

JOÃO: Atualmente estou 100% na IOD.

MÁRIO: No momento não.

JOÃO: Nosso baterista, Flávio, também. A Thaís que tem outra banda.

MÁRIO: Tem, mas creio que seja banda da noite. Toca em Pub’s.

MI: E a agenda de shows no momento, como está?

MÁRIO: Por enquanto não estamos marcando shows devido a nossa produção do sons novos, e acertando os sons antigos com a nova baixista. Então vamos ficar uns 2 meses de molho até lá para ficarmos afiados.

MI: Pergunta cretina… o vocal é gutural, óbvio. Mas nos ensaios já rolou um vocal limpo para ver como ficou o som?

JOÃO: Hahaha já.

MÁRIO: Hahahaha já sim.

MI: E aí?

JOÃO: Sou eu quem faz os limpos. Cara, fica massa. É uma possibilidade que nunca é descartada, o vocal limpo ser como vocal de apoio. Têm várias bandas de death core que usam isso. Nunca se sabe…

MI: Sim, sim…

JOÃO: Mas por enquanto é no grito mesmo.

MI: Está show assim.

JOÃO: Massa!

MI: Qual o ritmo de ensaio da banda?

MÁRIO: Estamos ensaindo 1 vez por semana.

Illusion Of Death em ação no palco. (Foto: Facebook Illusion Of Death)
Illusion Of Death em ação no palco. (Foto: Facebook Illusion Of Death)

MI: Certo.. então vamos pro bate-bola. Uma comida?

JOÃO: Pizza.

MÁRIO: Pizza.

MI: Um esporte?

MÁRIO: Futebol.

JOÃO: Muay Thai / Jiu Jitsu.

MI: Time do coração?

JOÃO: Vascããão!

MÁRIO: Mengoooo!

OP: Isso ae, João!

MI: Um álbum?

JOÃO: Porra.. um álbum.. um único álbum…

MI: SIM.

JOÃO: Permanent Waves – Rush

MÁRIO: Come Clarity – In Flames

OP: Meu preferido do Rush.

JOÃO: Cara, é uma obra prima. Sou fã demais.

MI: Chaves ou Chapolim?

JOÃO: Chapolim.

MÁRIO: Chaves.

MI: Um ídolo?

MÁRIO: Porra.. hahaha, meu pai! Me fez, tô aqui.

MI: Hahaha

JOÃO: É uma resposta de responsa…

MÁRIO: Foda-se o resto. Olha a arte que ele fez, mano. Tem que ser fã, né?

MI: Hahaha

OP: Hahaha

JOÃO: Meus pais, cara.

MI: Uma música?

JOÃO: Hahaha. Porra…

MI: Essa eu respondo sem pensar meia vez: “Home”, do Dream Theater. Hahaha

JOÃO: Já que o álbum foi o Permanent Waves, a música vai ser “Freewill”.

MÁRIO: Tem não. Não guardo emoção. Sou trooo!

MI: Hahahaha

JOÃO: Sai daí seu farofeiro. Hahaha

MÁRIO: Tô brincando. “The Arms Of Sorrow”, do Killswitch Engage.

MI: Skol ou Brahma?

JOÃO: Brahma.

MÁRIO: Nenhuma das duas. Uma merda. Melhor pinga.

JOÃO: Tem que ser uma das duas. E Brahma é melhor.

MÁRIO: Brahma.

OP: Hahaha. Concordo.

MI: Pra fechar uma simples: maior banda de todos os tempos?

OP: Bem simples! Hahaha

MÁRIO: Iron Maiden, caralhooo!

JOÃO: Hahaha cara, pra mim A-ha. Curto pra caralho.

MÁRIO: Hahaha

JOÃO: E não tô zoando.

MI: Porra, que cara eclético. E olha que ouço de quase tudo…

JOÃO: Tenho a discografia deles em vinil pra ter uma idéia…

OP: Também curto, mas maior de todos os tempos hahaha

MI: A-ha, Rush, Cannibal Corpse hahaha

JOÃO: Foda-se, eu acho hahaha

OP: Tá certo. Agora vou dormir com “Take On Me” na cabeça…

JOÃO: Cara, escuta “Scoundrel Days”, é o melhor. Do mesmo álbum, meio gothic oitentista…

OP: Mas essa está na memória, já era… está em looping infinito.

MI: Eu curto muito A-ha. Som extremamente responsável.

JOÃO: Hahaha pode crer.

MI: Show no Rock In Rio foi muito massa. Nostalgia boa do caralho.

JOÃO: Foi animal mesmo.

MI: E as tiazonas lá assistindo? Hahaha sensacional.

JOÃO: Só as mamica caída.

Mi: Hahaha

MÁRIO: Hahaha

MI: Pessoal, é isso.. agradecemos muito a participação.

JOÃO: Caras, parabéns pela iniciativa de vocês. Gostei muito do bate-papo.

MÁRIO: Valeu pelo o espaço. Agradecemos.

OP: Foi muito bom mesmo.

MI: Se quiserem deixar uma mensagem, mandar um beijo pra pai, pra mãe etc. fiquem à vontade.

MÁRIO: Hahaha. Pai, tô no METAL RO, porra! É nóis no corre.

OP: Hahaha

JOÃO: Uma mensagem: #vamusiuni


1 comentário

  1. Caralho massaa, essa banda representa parabens e sucesso manus. . .

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