Dando continuidade nesse retorno às atividades, fizemos uma entrevista exclusiva com a banda AMAZONAUTAS, formada por EVANDRO Filho (guitarra e voz), DANILO Santos (baixo) e ANGELO Silva (bateria), uma das mais populares de Porto Velho. Nela, a banda nos conta um pouco da história, o dia-a-dia, e o que planejam para o futuro.

O bate-papo foi conduzido pelo os colaboradores Marlos Irapuan (MI), Othon Pantoja (OP) e Fernando Bueno (FB).

Confira:

MI: Obrigado por atender ao METAL RO! Vocês são a primeira banda a ser entrevistada nesse retorno do site em 2016. Conte-nos como foi o processo até chegar a formação atual e de onde veio o nome “Amazonautas”?

EVANDRO: Nós que agradecemos! Então, muitos amigos já passaram pela banda, começamos por volta de 2008, da formação original só permanecemos eu e Danilo Santos. Também fomos nós que começamos a construir o projeto. Ao decorrer do tempo alguns membros precisaram mudar de cidade e fomos nos adaptando tentando manter a proposta focada na ideia original, que era a de tocar só clássicos. Mudamos um pouco aqui e ali mas acredito que toda essa mistureba teve um resultado bom.

O nome surgiu de um bate papo sem noção que tivemos. Queríamos de alguma forma ”abrasileirar” a banda, apesar de tocar clássicos internacionais, e o assunto era corrida espacial. Pensamos que se os russos são ”Cosmonautas” e os americanos ”Astronautas”, por que o brasileiro tinha que ser ”Astronauta Brasileiro”?

FB: A banda sempre foi um trio?

Não, já tivemos outro guitarrista, Vinícius Moreira, chegou a dividir os vocais comigo em um período, isso nos fez ter uma idéia bem ampla à respeito da estrutura do TRIO, em certos pontos manter a banda reduzida parecia bastante limitado pro tipo de som que queríamos levar, mas meio que o power trio me agradou muito mais, quando dá certo a intimidade que rola de tocar em 3 é indescritível.

MI: Mas vocês tinha um tecladista também…

EVANDRO: Ah, isso chegou a ocorrer em algumas apresentações, mas foram pouquíssimas, uma pena, tecladista é difícil por aqui, e sampler com classic rock é meio complicado haha…

Era o mesmo rapaz, Iuri Alexandre. Quando visita a cidade ele sempre pede pra dar uma palinha nos shows.

Banda abriu para o show de Edu Falaschi em Porto Velho em 2014. (Foto: Facebook METAL RO)

MI: Lembram da primeira apresentação? Como foi?

EVANDRO: A primeira vez foi na escadaria da Unir. Bons tempos, escolhemos um repertório certeiro na época, e meio que na cena underground (underground podrêra de tocar em casa de desconhecido com uns bêbados pendurados no amplificador) pouquíssimas bandas estavam fazendo esse tipo de som, a galera estava faminta por isso. O reconhecimento foi vindo aos poucos e daí tocamos numas festas mais organizadinhas haha.

OP: Aproveitando o ganho da última pergunta, qual foi o local mais estranho ou inusitado que vocês já tocaram?

EVANDRO: Caaara, essa ocasião foi um tanto confusa, lembro de tocarmos em vários lugares esquisitos mas não necessariamente com o nome Amazonautas. Agora, coisas inusitadas sempre aconteciam, perdi a conta de quantas vezes a polícia aparecia pra acabar com a festa na nossa vez de tocar. Quantos tiozões gente boa que piravam e rodavam o cabeção mais que a galera nova haha.

MI: Tocar Classic Rock tem dessas…

EVANDRO: Foi em uma cantina de uma escola, estávamos todos juntos mas não tocamos com o nome da banda…

OP: Bem… a banda é conhecida por fazer covers de clássicos do rock na noite e em eventos. Pretendem continuar nessa linha ou irão compor também?

EVANDRO: Então, chegamos a tocar música de nossa autoria ao vivo, mas particularmente não gostamos do resultado na época e preferimos parar haha, principalmente porque nunca gravamos e com essas várias mudanças de membros esse processo de composição foi ficando mais difícil.

Mas… em breve estaremos lançando um EP, as músicas novas já estão escritas e em fase de produção.

FB: Notícia em primeira mão hein!

MI: Hahaha…

EVANDRO: Verdade, primeira mão sim!

FB: As banda que tocam Classic Rock às vezes acabam caindo sempre para as mesmas músicas. Que bandas do repertório da Amazonautas vocês acham que são um diferencial?

EVANDRO: Isso é verdade, buscamos explorar algo que a galera da cidade não toca, mas volta ou outra isso acaba acontecendo. O que nunca vi outra banda tocando aqui na cidade são músicas do Foreigner, até reparei que não é todo mundo que conhece a fundo. Tem também The Kinks, que pro trio encaixou muito bem a ponto da gente se assustar com o resultado.

Acredito que essas são as menos comuns, mas tentamos tocar as menos convencionais das mais famosas de vez em quando e acaba nos trazendo uma experiência nova também.

MI: Qual o ritmo de ensaio da banda?

EVANDRO: Todo final de semana costumava ser sagrado, com as contantes apresentações demos uma diminuída e passamos a arriscar mais ao vivo mesmo, rola umas emoções em chegar no palco as vezes e tocar algo que nunca foi ensaiado haha.

OP: Isso é legal!

FB: Isso é ousado..

EVANDRO: É sim, acaba nos forçando a trabalhar mais essa questão da intimidade, funcionamos muito bem entre si, a ponto de estar tão familiarizado que é estranho tocar com outras pessoas, algo como… ”como assim cara você não entendeu o que eu quis dizer com esse sinal aqui” (sinal imperceptível).

MI: É possível viver de música em Porto Velho?

EVANDRO: Cara, não é impossível, mas você precisa tomar as decisões certas. É importante por exemplo estar sempre aparecendo, aos poucos vão ligando sua pessoa ao estilo que você toca e vão surgindo mais oportunidades.

E mais importante, saber impor o seu espaço, infelizmente a exploração por parte de algumas casas de show ocorre sim. Gente tocando por mais de 4 horas pra tirar menos de 100 por noite, já passei por isso inclusive, é um tanto desanimador, apesar de ser apaixonado por música.

Por outro lado algumas casas já valorizam o músico autoral, isso é ótimo.

OP: Quais casas valorizam o músico autoral?

EVANDRO: Perdão, posso ter me precipitado um pouco. Eventos fechados onde a música autoral tem sido valorizada, como as Festas da Catuaba, todos os músicos são muito bem valorizados quanto a questão de cachê. Tenho uns amigos que já tocaram e falaram muito bem.

FB: Pra tocar 4 horas é preciso ter quantas musicas no repertório?

EVANDRO: Em média tocamos 50 músicas quando fazemos um repertório desses, geralmente em aniversários, mas como preço é combinado antes dai não tem problema.

MI: O que motiva, hoje, vocês a continuarem tocando?

EVANDRO: Cara, sempre que paramos por alguns meses alguém chama na página da banda pra perguntar o que aconteceu haha. É um carinho incrível!

FB: Isso mostra que tem gente que gosta de vocês. É legal isso…

EVANDRO: Também somos meio que animadores, mais de uma vez crianças com menos de 3 anos ficam pulando na frente do palco curtindo o som, tem que valorizar isso, cara.

Banda em um contraste impressionante. (Foto: Facebook Amazonautas)

OP: Possuem projetos paralelos ou dão dedicação exclusiva somente a Amazonautas?

EVANDRO: Temos sim, um projeto de pop que fazemos parceria com outra vocalista, a experiência é muito boa, mas por enquanto é só por hobby mesmo.

MI: E vocal feminino sempre chama atenção…

EVANDRO: Isso é verdade, em parte por ser um número mais reduzido, mas a participação das mulheres vem crescendo, tenho visto com mais frequência na cidade, bem massa!

OP: Em algum momento já ouviram críticas ao trabalho de vocês? Como lidaram com isso?

EVANDRO: Já sim, algumas acabam sendo maldosas, os haters sempre existem, né… e essas nunca ouvimos diretamente. No geral mesmo são críticas que nos fizeram evoluir, não dá pra agradar a todo mundo de qualquer forma, se fizéssemos isso a banda teria perdido a identidade, estivemos perto disso em um período, mas voltamos com força.

MI: Ter banda é como um casamento, e pode acontecer discussões entre os membros também. Alguma vez já rolou treta grande que consideram encerrar com a banda?

EVANDRO: Hahahaha, melhor definição, cara. Definitivamente a banda é um casamento. É muito difícil, já perdemos amigos com isso, é muito difícil você cobrar dentro de uma banda pois muitas pessoas não encaram nosso tipo de trabalho como algo profissional e acabam fazendo pouco caso com o tempo. Quase terminamos por isso sim mas voltamos cerca de 1 ano depois.

MI: O Othon Pantoja já teve banda… deve ser bem isso mesmo.

OP: Opa! É uma relação muito complicada, o mais difícil é lidar com egos. Por isso esse lance de tocar em power trio é uma boa. Quanto menos gente melhor.

EVANDRO: Boa, menos gente, menos trabalho hahaha…

Eu aprendi a ouvir essas músicas ainda novo e justo com os caras que hoje compõem a atual formação, isso que acaba tornando o trio muito especial também.

Baterista Angelo Silva em ação. (Foto: Facebook METAL RO)

MI: Quais as principais influências de vocês?

ANGELO: Led Zeppelin, Black Sabbath, Dire Straits, Peter Frampton, Rolling Stones, Santana, Hendrix, Deep Purple…

EVANDRO: Em geral bandas dos anos 60, 70…

MI: Santana? Que foda.. sou fã.

OP: Eu também.

FB: Eu não curto tanto.

MI: Ouve “Europa” dele.. tá loco, é pra chorar. Arrepia até o ultimo cabelo do rabo…

ANGELO: Hahahahaha

OP: Hahahahaha

EVANDRO: “Black Magic Woman” em todas as versões é pra matar também.

MI: Foda demais.

EVANDRO: Acaba que algumas dessas influências somos impossibilitados de executar ao vivo, Rush e Pink Floyd por exemplo, até conseguimos tocar mas preferimos não fazer meia boca hahaha.

MI: Ao menos vocês têm algo em comum com o Rush… são um TRIO hahaha..

EVANDRO: Mas os caras soam como se fosse o dobro… nossa, culhão demais haha.

OP: Hahahaha… Rush e Pink Floyd são duas das minhas bandas preferidas.

FB: Minhas também.

MI: O negócio ali é alienígena… dá pra explicar não.

ANGELO: Alienígena mesmo.

EVANDRO: “Signals” é meu preferido.

MI: Mas vamos lá.. além do rock, obviamente, o que mais vocês ouvem no dia a dia?

EVANDRO: A banda é como família, então estamos sempre andando junto, moramos perto um do outro, sempre estamos nos encontrando, o que rola nas playlists de bebedeira, apesar de ser muito do que a gente toca acaba tendo muito da cultura nacional, dentro e fora do rock.

Sempre rola um Cartola, Nação Zumbi, Fagner e Zé Ramalho.

ANGELO: Secos e Molhados, Rita Lee…

OP: Só coisa boa que harmoniza com cerveja.

ANGELO: Erasmo Carlos.

MI: Qual foi o show mais marcante da banda?

EVANDRO: A resposta que eu vou dar é muito pessoal, mas foi a primeira vez que tocamos no antigo Piratas Pub. Éramos nós e a banda Hellfire Club nessa noite.

Foi incrível porque a plateia inteira era o público que a gente queria atingir, naquele dia em diante que passaram a surgir mais convites pra tocar, boa parte da galera que faz parte do METAL RO estava lá nesse dia haha.

OP: Lembro desse dia, acabaram com a cerveja do bar!

EVANDRO: Não foi a melhor apresentação mas foi uma das que mais deu certo!

ANGELO: Pra mim, a primeira vez que toquei, ainda tocando guitarra, lá na Batkverna!

FB: Bons tempos de Batkverna…

MI: Faz falta a Batkverna…

OP: Verdade.

EVANDRO: Hahahaha, verdade, era um Halloween, tava bem temático o local, entraram uns mano fantasiado de zumbi e dançaram triller.

MI: Porra! Hahaha

ANGELO: Foi foda. Eu estava no estágio supervisionado para tocar na banda, substituindo o Vinícius que era o guitarrista.

MI: Volta e meia surge algum artista famoso do ramo falando que “o rock morreu” ou que “não se faz mais música como antigamente”, qual a opinião de vocês sobre isso?

ANGELO: Infelizmente as coisas mudam e sempre teremos a sensação de que antes era melhor!

EVANDRO: Eu discordo. O que acredito é que na verdade o rock se transforma. Temos ótimas bandas de rock que fazem um som atual e soam como bandas antigas. Black Keys é um bom exemplo disso, e também bandas novas que soam como novas mas são carregados de influências antigas. Só acho que as pessoas procuram no lugar errado, esperando encontrar o que havia antigamente, é muito difícil hoje uma banda fazer um som das antigas e parecer original, por isso há muito dessa fuga, com a valorização da música independente surgiu muita coisa boa, isso posso garantir

OP: Isso mesmo, concordo…

MI: Que bandas da atualidade mais lhe chamam a atenção?

EVANDRO: Dessas mais novas eu gosto muito de Ghost, cara, eles tem uma coisa que sentia falta de ouvir há um tempo: lembram um pouco o Black Sabbath cruzão lá dos primórdios, apesar de muita gente odiar fui ouvir pra tirar uma conclusão e me virei fã haha.

FB: Boa!!

OP: Ganhou um fã.

MI: Vixe. Ganhou mesmo. O Fernando ama essa banda…

EVANDRO: Hahahaha. Mano, é bom demais, os caras são inspiradores.

FB: O que acham dessas bandas atuais que fazem questão de soar como as setentistas, como o próprio Ghost, o Rival Sons e o Vintage Trouble?

EVANDRO: As demais confesso que não conheço bem, mas quanto ao Ghost posso falar que é mais uma forma de criticar a péssima conduta da igreja em alguns aspectos, é possível por exemplo achar mais amor nas letras do Ghost do que em muita coisa à respeito de religião que se vê nos noticiários hahaha (sendo um pouco irônico.. ou não).

ANGELO: Eu me fechei nos últimos anos e não tenho ouvido coisas novas, tirando o que tocamos, como Black Keys, Muse…

DANILO: Acho interessante a forma como soam, existe uma demanda por esse som novo mas com cara de antigo. O amigo que me apresentou o Ghost fez questão de dizer que tava curtindo justamente por essa pegada antiga.

EVANDRO: The Night Flight Orchestra, os caras se juntaram em um estúdio retrô pra gravar só com equipamento antigo e o resultado é incrível.

FB: PQP!!

OP: Aí sim!

MI: The Night Flight Orchestra é do caralho…

FB: “West Ruth Ave” no proximo show da Amazonautas!!

DANILO: Hahaha, podemos tentar.

OP: Podiam tocar essa!

EVANDRO: Hahaha, boto fé. Conheci através dessa música e foi amor à primeira vista.

FB: Pronto… mais cinco dias com essa musica grudada na cabeça.

OP: Hahaha

MI: Haha

EVANDRO: Hahaha. Já tô.

MI: Continuando… quais os planos para o futuro da Amazonautas?

EVANDRO: A princípio o lançamento do EP, como falei anteriormente. Por outro lado gostamos muito dos covers e não achamos ruim manter alguma coisa no repertório. Ainda não sabemos o impacto do que vem por aí mas acredito que só coisa positiva.

Banda se apresentando no Grego Original Pub. (Foto: Facebook METAL RO)

FB: A ideia é lançar em algum formato fisico ou só no digital mesmo?

EVANDRO: Pretendemos que seja no formato virtual, a ideia é soar espontâneo, captar bem o feeling de cada um, queremos atingir o máximo possível de público.

Nada impede que façamos umas cópias limitadas haha. Isso de lançar o físico tem sumido das bandas mais famosas mas está aparecendo bastante aqui na cidade mesmo.

MI: Bem, pra finalizar… vamos pra um rápido bate-bola. Um esporte?

DANILO: F1 (que muitos nem consideram).

ANGELO: Beber cerveja vale como esporte?

ANGELO: Sou fã de F1 também.

EVANDRO: Pratico pouquíssimo, mas gosto de correr de vez em quando, assisto só às principais competições, Olimpíadas, Copa do Mundo e afins.

OP: F1 é esporte e já discuti com gente por causa disso.

MI: Claro que é.

EVANDRO: Eu considero também, mas sempre vejo gente reclamando! Hahaha

MI: Um ídolo?

DANILO: Led Zeppelin, claro!

EVANDRO: Não sei bem escolher um, parece injusto hahaha, mas acho que Roger Waters foi um dos mais importantes pra mim.

ANGELO: John Bonham.

MI: Um livro?

DANILO: “Cem Anos de Solidão”.

EVANDRO: “Admirável Mundo Novo”.

MI: Stella ou Heineken?

DANILO: Heineken.

ANGELO: Heineken.

EVANDRO: Heineken.

MI: Um álbum?

DANILO: In Rock – Deep Purple.

EVANDRO: Animals – Pink Floyd.

ANGELO: The Song Remains the Same – Led Zeppelin.

MI: Uma música?

EVANDRO: Bohemian Rhapsody.

ANGELO: Bohemian Rhapsody.

DANILO: Kashmir.

MI: Um filme?

EVANDRO: O Show de Truman.

DANILO: Essa é complicada, agora só me vem em mente “Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo”. Hahaha. É aquele filme que se tiver passando eu sento pra assistir.

ANGELO: Warriors (Selvagens da Noite).

MI: Bolacha ou Biscoito?

ANGELO: Hahaha. Aí vem treta.

EVANDRO: Cacete. Fodeu.

ANGELO: Biscoito.

EVANDRO: Vou de biscoito.

DANILO: Outra polêmica! Bolacha se for de água e sal, biscoito se for recheado ou mais elaborado haha.

MI: Um seriado?

DANILO: Arquivo X.

ANGELO: Arquivo X.

EVANDRO: How I Met Your Mother.

MI: Beatles ou Stones?

EVANDRO: Está polemizando, hein… Beatles.

ANGELO: Beatles.

DANILO: Stones, só pra não ficar igual! Hahaha

MI: John Lennon ou Paul McCartney?

EVANDRO: Paul!

DANILO: Paul!

ANGELO: Paul!

EVANDRO: Aí foi sem medo.

MI: Um game?

EVANDRO: Legend Of Zelda.

ANGELO: Super Metroid.

DANILO: No momento, minha alma pertence ao Real Racing 3.

MI: Último álbum que ouviu?

EVANDRO: Meliora – Ghost.

DANILO: Men At Work Live.

FB: O disco que melhora a cada ouvida?

OP: Hahahaha

EVANDRO: Hahaha

ANGELO: Animals – Pink Floyd.

EVANDRO: Que melhora: Aurora Consurgens – Angra.

MI: E pra finalizar… pergunta simples: o Brasil tem jeito?

ANGELO: Hahaha… vai demorar, hein.

EVANDRO: Tem, mas vamos cometer uns erros bem fodidos ainda por que faz parte do aprendizado, somos relativamente novos, não é? Mas a era da comunicação tende a mudar isso, pelo menos é o que percebo.

DANILO: Com esse congresso que está aí, difícil.

MI: ..and that’s it! Muito obrigado! Todo sucesso para vocês e jamais percam essa humildade que é característica da banda!

FB: Abraço ao pessoal da Amazonautas e boa sorte pra vocês!

OP: Foi um prazer ter esse bate papo com vocês.

DANILO: Que isso, nós é que agradecemos o apoio do METAL RO!

EVANDRO: Valeu pelo convite, gostei muito do bate papo!

ANGELO: Nós que agradecemos a oportunidade!


Contato para shows – AMAZONAUTAS

(69) 99203-8333 Danilo
(69) 99262-5390 Angelo
(69) 99339-9654 Evandro

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